Minha gravidez foi muito tranquila. Sem diagnósticos, sem intercorrências, com atividade física durante todo o processo, incluindo o Pilates da minha clínica.
Quando retirei o DIU, a primeira coisa que fiz foi agendar com a minha fisioterapeuta pélvica. Comecei os exercícios já pensando na gravidez que viria. E hoje posso afirmar com convicção: a fisioterapia pélvica me proporcionou uma gestação muito mais leve. Não só pelos exercícios em si, mas principalmente pelo conhecimento sobre o corpo, sobre o gestar e sobre o parto.
Mesmo sendo fisioterapeuta pélvica, eu também tive medos. Medo de não conseguir vaga na maternidade que eu queria, medo da dor, medo de como seria conciliar a administração da clínica com o puerpério. Ainda assim, sempre me mantive positiva em relação à gestação e ao parto.
Eu desejava um parto normal. Queria viver essa experiência e ter uma recuperação mais rápida para cuidar do meu bebê. Mas sempre com o coração aberto e confiante na minha equipe caso fosse necessária uma cirurgia. No fim das contas, o que eu mais queria era o meu bebê saudável nos meus braços.
No dia do parto, tive consulta com a enfermeira obstétrica e ultrassom. Passei o dia inteiro resolvendo essas questões e a espera pelo exame foi longa. Durante esse tempo, comecei a sentir contrações diferentes daquelas de treinamento,algo já estava mudando!